E.C. Taubaté brilha também fora de campo.

A importância do apoio ao atleta lesionado, durante todo o tempo de sua recuperação

Quem faz o espetáculo? São eles, jogadores de futebol. Quando entram em campo vestindo a camisa do seu time, viram heróis. No momento do passe perfeito, aquele que serve o companheiro de calcanhar, da caneta dada no adversário,  são realmente nossos heróis. Em alguns momentos, super heróis, como naquela defesa milagrosa do goleiro do  nossa time ou a perfeita cobrança de falta que faz a bola entrar no angulo, sem a minima chance ao goleiro adversário, ou mesmo, naquele ultimo minuto de jogo na cobrança de um pênalti transformado em gol e consequentemente a vitória. E tem aquele momento em que seu o jogador vira ASTRO. Ano de 2009, o Burrão  precisando de mais um gol, adversário retardando o jogo, cera…cera….cera…. o relógio marcando cinco minutos de acréscimo na etapa final e aí, vem o cruzamento da direita e aparece Gilsinho para tocar para a rede e garantir o acesso do  Burrão, nesse caso o jogador  vira ASTRO!

Pois é tudo isso, puro espetáculo, arrancando o grito da torcida eufórica, enquanto sua memoria grava aquela imagem e guarda para que você possa lembrar dela em detalhes e a cores, quantas vezes quiser e narrar quantas vezes sentir vontade.

Mas o futebol não é só alegria, tras momentos de tristezas que arrancam lágrimas do torcedor naquela derrota inesperada, naquela derrota para o maior rival ou naquela perda do título que era tão esperado que a festa já estava preparada.

Mas não há momento mais triste para um jogador de futebol que uma contusão que o tira de campo por alguns meses. Nunca fui jogador de futebol mas, como reporter de campo que fui por vários anos, presenciei na biera do gramado várias contusões sérias sofridas por jogadores. Posso imaginar o que passa na mente do profissional que, muitas vezes chorando de dor, é retirado de maca do gramado e vê o médico acenar para o motorista da ambulancia para leva-lo  ao hospital mais próximo para realização de exames específicos e providencias imediatas para intervenção cirurgica. Infelizmente sua atividade profissional expõe em risco físicos. Triste para os jogadores, familiares e torcedores. Apesar de tantas preocupações o atleta ainda tem uma outra,  o apoio que o clube dará, durante o tempo de sua recuperação. É comum os casos em que o clube conta os dias que faltam para terminar o contrato e se desvincular do atleta, passando ser ele o único responsável pela longa recuperação.

Esse é o ponto que queria chegar e parabenizar a Diretoria do E. C. Taubaté, especialmentes a atual, que de uma maneira humana  e claro, profissional, não viraram as costas aos seus dois atletas que, defendendo as cores azul e branca se contundiram sériamente em partidas de futebol, ficando fora dos gramados por meses.

Me refiro aos casos do zagueiro Guilherme e o volante Rodrigo Soares.

Guilherme rompeu o ligamento cruzado do joelho a ultima partida do ano de 2016, contra o Barretos no Joaquinzão, primeiro jogo das quardas de final. Guilherme depois de ser atendido em Taubaté, fez toda a recuperação, por sua conta no Corinthians em São Paulo mas, em novembro, com a chegada da nova diretoria e o retorno do Gilsinho no comando do departamento de futebol, o artilheiro e xodó da torcida tratou de conversar com a diretoria, informando que Guilherme quando chegou no Taubaté, quase a custo zero, acertou a defesa, fazendo grande apresentações até a contusão que o tirou por meses do gramado. Apesar de ainda não estar em condições de jogo, o Taubaté  tinha obrigação com o atleta, devido a lesão que sofrera defendendo o Burrão. Examinado pelo Dr. Valdir Atilli, que avaliou como ótima sua recuperação e, mesmo correndo o risco até de não jogar na série A2 foi contratado.

A diretoria esteve sempre ao lado do atelta, dando todo o suporte necessário, contando com a parceria da Clinica Barana, que realizou a cirurgia necessária com sucesso.

Outro atleta que também se lesionou defendendo as cores do Taubaté foi o volante Rodrigo Soares. Um dos destaques do acesso e do título da Série A3 de 2015 e das campanhas de 2016 e 2017 na A2, Soares fraturou a fíbula e rompeu os ligamentos do tornozelo durante a partida Taubaté 1 X 2 Sertãozinho, válida pela 12ª rodada da Série A2 deste ano. Contando com todo apoio da diretoria, Rodrigo Soares foi operado, realizou tratamento na clínica Espaço Equilybrio, outra parceira do Burrão e hoje, apesar de estar em recuperação, teve seu contrato renovado  já voltou a treinar com bola na espernça de voltar o mais rápido à campo, durante a Copa Paulista e garantr sua permanencia na Série A2 de 2018.

Interlocutor nos dois casos junto à Diretoria, Gilsinho sabe o quanto é importante o apoio do clube nessas horas. Apesar de nunca ter sofrido contusão grave, em 2010, quando defendia o São Bento de Sorocaba, Gilsinho precisou operar uma hérnia hinguinal. “Não tive o apoio para o tratamento. Felizmente na época tinha um plano de saude, realizei todos os procedimentos cirurgicos e recuperação, pelo plano de saude particular.O clube tem total obrigação de dar o apoio e suporte necessário ao atleta que está defendendo sua equipe” comentou Gilsinho vice-presidente da Diretoria Executiva do E. C. Taubaté.

Parabens Diretoria, são atitudes dessa grandeza que contribui para a boa imagem da instituição E. C. Taubaté. Pode não somar pontos na tabela de classificação mas soma pontos importantes fora de campo com o ser humano, com o profissional do futebol e contribui para o engrandecimento do E. C. Taubaté.

Moacir dos Santos

lance com zagueiro Guilehrme

foto: Bruno Castilho – EC Taubaté

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